COMO PODEMOS CONTROLAR OS CASOS DE TUBERCULOSE RESISTENTE ONDE O SISTEMA E A INFRAESTRUTURA ESTÃO COMPROMETIDOS?

Autores

Palavras-chave:

Tuberculose multirresistente, Sistemas de saúde, Diagnóstico laboratorial

Resumo

O texto apresenta uma reflexão crítica sobre os desafios históricos e estruturais dos sistemas de saúde em países africanos, com destaque para Angola, abordando os impactos dos programas verticais voltados ao controle de doenças como malária, HIV e tuberculose. Enfatiza-se a problemática da tuberculose multirresistente, agravada pela fragilidade dos serviços de saúde, limitações laboratoriais, dificuldades de acesso ao diagnóstico e insuficiência de recursos humanos e tecnológicos. Nesse contexto, destaca-se a importância da implementação de Sistemas de Encaminhamento de Amostras (SEA) como estratégia para ampliar o diagnóstico precoce, reduzir a transmissão e fortalecer a assistência à saúde. O texto também funciona como convite à leitura do primeiro fascículo do volume 18, número do ano de 2026 da Revista de Investigação Biomédica (RIB) intitulado "Perspectivas em Saúde Pública: resistência bacteriana, saneamento e educação em saúde", que reúne estudos originais e revisões sobre resistência bacteriana, saneamento, nanotecnologia, qualidade da água e doenças infecto parasitárias, promovendo a integração entre pesquisa, inovação e saúde pública.

 

Imagem que transcreve: Elementos visuais que fazem alusão à microrganismos como bactérias e vírus e defesa imunológica. Por João Pedro dos Reis Lyra Filho

Downloads

Publicado

06/11/2026

Como Citar

Carvalho, M. S. Z. de M. G. de. (2026). COMO PODEMOS CONTROLAR OS CASOS DE TUBERCULOSE RESISTENTE ONDE O SISTEMA E A INFRAESTRUTURA ESTÃO COMPROMETIDOS?. Revista De Investigação Biomédica, 18(01), 1–6. Recuperado de //portalderevistas.grupoceuma.com.br/index.php/RIB/article/view/685